Geral

Para PCdoB, mudança na Casa Civil é positiva

Posted in Geral on junho 8th, 2011 by Leandro – Be the first to comment

Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=156003&id_secao=1

A mudança na Casa Civil, com a posse da senadora Gleisi Hoffmann nesta quarta-feira, no lugar de Antônio Palocci, é vista como uma ação positiva pelo PCdoB, que faz parte da base aliada. Para o presidente nacional do Partido, Renato Rabelo, “a presidente terá melhores condições para aprimorar os seus méritos e exercer plenamente a liderança política necessária à manutenção da coesão da base aliada e a condução consequente de sua sustentação econômica e social”.

O líder do PCdoB, deputado Osmar Júnior (PI), acredita que com a posse da nova ministra, a situação volta à normalidade. Ele também avalia que com essa decisão (de troca de ministro), “a presidente Dilma retoma a orientação da política e promove mudanças substanciais quando recoloca a Casa Civil como gestora, com atuação dedicada à gestão, dando a responsabilidade do acompanhamento político à Secretaria de Relações Institucionais”.

Os líderes comunistas destacam que em recente decisão do Comitê Central Político, no último final de semana, o partido já havia se manifestado sobre essa possível mudança. “A crise na qual estava envolvido o Palocci exigia uma solução que reforçasse a autoridade da presidente Dilma Rousseff, principalmente porque existia um anseio na base de que a solução para a questão fosse encontrada com a maior brevidade possível para que o governo pudesse dar curso ao bom começo de sua gestão”, disse Renato Rabelo.

Osmar Júnior complementa dizendo que “o processo de gestão da presidente naturalmente a levará cada vez mais a ter um governo com sua cara”. E acrescenta: “vai avançando nessa direção”.

A avaliação do PCdoB à indicação do nome da senadora Gleisi Hoffmann também é positiva. Renato Rabelo diz que é uma liderança jovem que surge no Paraná e alia dois aspectos importantes para esse papel para o qual foi indicada: “capacidade técnica e administrativa e goza de grandes predicados políticos, podendo assim contribuir para o avanço do governo na fase atual”.

Eixos estratégicos para a agenda nacional de desenvolvimento

Posted in Geral on julho 28th, 2010 by Paulo Moraes – Be the first to comment

Eixos estratégicos para a agenda nacional de desenvolvimento

Há um acordo geral sobre os rumos, e sobre os principais eixos de mudança que se verificaram nos últimos anos: política redistributiva, consumo de massa, condução prudente da macroeconomia, diversificação de mercados externos, reforço do mercado interno, condução exemplar no enfrentamento da crise financeira, a importância crescente dos desafios ambientais, a articulação latinoamericana. No conjunto, aparece no horizonte a construção de um universo de desenvolvimento mais equilibrado para o Brasil. O artigo é de Ladislau Dowbor.

Ladislau Dowbor

1 – O papel do Estado: desafios da gestão democrática
2 – O papel das tecnologias: a transição para a economia do conhecimento
3 – Os novos horizontes da educação
4 – Trabalho decente e inclusão produtiva
5 – Uma política nacional de apoio ao desenvolvimento local
6 – O papel das infraestruturas: transportes, energia, comunicação, água
7 – O potencial da agricultura
8 – Intermediação financeira: o crédito como fomento
9 – Política tributária
10 – Políticas ambientais
11 – Políticas sociais

Não se trata aqui de detalhar os planos setoriais, ou insistir na importância da educação, da saúde, da cultura, dos transportes e semelhantes, uma listagem que seria longa das necessidades. Busca-se identificar os principais desafios, ou eixos estratégicos de ação que mais poderiam ter efeitos multiplicadores sobre o conjunto das nossas atividades. De certa forma, buscar as iniciativas que liberam potenciais latentes. A modernização do aparelho de Estado, com as suas amplas ramificações, pode aqui servir de exemplo de eixo estratégico. Em termos de objetivos, a visão aqui, evidentemente, não se restringe a acelerar o crescimento, pois se busca, além da eficiência econômica, os resultados mais amplos em termos de qualidade de vida e de desenvolvimento sustentável. A quantidade não basta, e cada vez mais é a evolução qualitativa que está se tornando central no horizonte brasileiro. O objetivo geral é uma sociedade que funcione melhor, mas que as melhorias sejam sentidas por toda a gente, e que não seja às custas das futuras gerações.

1 – O papel do Estado: desafios da gestão democrática
Preocupações excessivamente ideológicas têm travado as necessárias mudanças para um Estado mais eficiente. A crise financeira de 2008 ajudou a convencer a sociedade de que o Estado tem de ter uma presença atuante, não só como regulador como no caso das finanças, mas como indutor do desenvolvimento, redistribuidor no caso de promoção dos equilíbrios sociais e regionais, e frequentemente, como no caso das políticas sociais e de grandes infraestruturas, como executor ou contratante. Está sendo igualmente resgatada a importância do Estado como planejador, dimensão que permite que se articulem as visões sistêmicas e de longo prazo, e que as opções sejam amplamente debatidas.

read more »

Até quando seremos ignorados

Posted in Geral on julho 25th, 2010 by Paulo Moraes – Be the first to comment

ATÉ QUANDO SEREMOS IGNORADOS?

Numa sociedade democrática, pensar a educação e traçar suas diretrizes não pode ser privilégio de um pequeno grupo, deve ser o resultado de um amplo debate, envolvendo todos os agentes envolvidos no processo. No entanto, o que nós, professores, estamos vivenciando aqui na rede estadual de Santa Catarina é uma situação extremamente preocupante. Parece que nós, professores, somos sujeitos tornados objetos, colocados fora do processo histórico, fragmentados em nossa humanidade, retalhados, sufocados numa prática pedagógica contraditória, destituída do diálogo, como se fôssemos incapazes de pensar e tomar decisões.
Senão vejamos:

O processo pedagógico de ensino e aprendizagem recebe pouca atenção e fica sob a responsabilidade de cada professor isolado em sua disciplina, em sua sala de aula. O que importa ao poder público não é discutir conteúdo, currículo… Importa o número de aprovação/reprovação. Quer dizer aprovação, número, quantidade, pois isso é o que dá legitimidade às ações governamentais. E a qualidade? Existe o louvável esforço de incluir no ensino regular os alunos com necessidades especiais e, dentro dos limites, estamos tendo sucesso nesse trabalho. E como fica a situação dos demais alunos da escola pública, uma vez que ao concluírem o ensino médio apresentam evidentes desvantagens em relação aos alunos da rede particular e, portanto, ficam excluídos das universidades públicas, dos bons empregos…

O ensino fundamental de 9 anos foi implantado de forma estranha. Resultado: criou-se um vácuo na seriação. Este ano (2010) não tem 5° ano. No próximo ano (2011) não haverá 6° ano. Diante do fato, o que vai acontecer com a carga horária dos professores efetivos numa escola, como a nossa, onde funcionam cinco quintas séries? Talvez a solução seja remanejar… Mas remanejar para onde se o fato ocorrerá em todas as escolas estaduais? E onde irão estudar os alunos dos 6º anos oriundos de escolas municipais? Ficarão sem estudar um ano, uma vez que a rede municipal não tem estrutura para absorver esses estudantes? Não seria o caso de se ter bom senso, e havendo a demanda, serem abertas turmas de 6º ano nas escolas da rede estadual? O que nos deixa intrigados é como as redes particulares e a rede municipal fizeram com tranqüilidade a transição dos 8 para os 9 anos sem deixar nenhum vácuo na seriação!…

Outra grave implicação do citado vácuo na seriação diz respeito à aprovação automática, que já foi implantada em algumas séries dos primeiros anos do ensino fundamental. Isso significa que o aluno, independente do que aprendeu ou não, será aprovado. Nós, professores, nos sentimos cada vez mais amarrados frente a tantas leis criadas para defender direitos de crianças e adolescentes, mas que esquecem de mencionar que, para cada direito conquistado, existe um dever a ser cumprido. E agora ainda por cima, não pode reprovar. Que motivação o aluno vai ter para se dedicar aos estudos, se sabe de antemão que independente do que fizer será aprovado? Como vamos cobrar posturas adequadas? Como vamos forjar o caráter da justiça baseado no princípio de que para cada ato existe uma consequência? E frente à complexidade do assunto, é insustentável o argumento de que isso tem a ver com a competência do professor (salvaguardadas as exceções), pois apesar do descaso como somos tratados, buscamos incessantemente estudar, planejar e tornar as aulas atrativas e com qualidade. E mesmo que fosse o caso, por que não implantam a aprovação automática na USP onde estão os melhores professores do Brasil? Fica claro que aprovação automática não tem nada a ver com qualidade…

Nas primeiras séries do ensino fundamental foi decretado que avaliação deve ser descritiva. Em plena era da informatização em que os signos são cada vez mais condensados, preenchem-se folhas e mais folhas, com informações repetitivas, que ninguém, além do professor, irá ler, uma vez que a maioria dos pais não consegue interpretar os tais descritores de cada disciplina. Para que sufocar o professor com tanto trabalho inútil? A avaliação expressa em números é absolutamente clara e transparente, acessível à leitura de qualquer cidadão. Não seria uma forma de mascarar a “real” qualidade da educação de nossa rede estadual? Não seria mais inteligente e “produtivo” que, ao invés de preencher papéis, nós, professores, tivéssemos um processo de formação permanente onde os tais descritores fossem compreendidos e incorporados à nossa prática pedagógica?

Até ano passado, no ensino médio, o aluno reprovado em duas disciplinas poderia frequentar a série seguinte e fazer dependência para ser aprovado nas referidas disciplinas. Então, por decreto, o direito à dependência estendeu-se para as 7ª e 8ª séries. Bem, a escola está gerenciando o efetivo problema criado por tais dependências. Não há espaço físico para todos estes alunos frequentarem aulas no contraturno. Então, por decreto, novamente, acabaram-se as dependências! E os alunos que a freqüentam, deverão terminá-la até a metade do ano. Mais uma vez, decisão tomada e nenhum professor consultado. Mudaram-se as regras no meio do jogo (quer dizer, no meio do ano letivo). Por quê? Ninguém até agora apresentou uma justificativa convincente. Se é assim, por que, nós, professores, pensamos o processo pedagógico, elaboramos PPP e fazemos planejamento? Fica cada vez mais óbvio que tudo isso é perda de tempo. De uma hora para a outra as regras são outras e todo o trabalho que fizemos perde a validade…

O aluno que não atingiu média suficiente tem direito à recuperação paralela. Entende-se como recuperação paralela a revisão de prova e um reforço do conteúdo não apreendido. Isso feito com todos os alunos no tempo normal das aulas. Mas o resultado não está sendo satisfatório, apregoam os especialistas. Então vamos mudar! A partir de agora é assim: o aluno estuda o conteúdo, não atingiu a média; faz recuperação paralela, faz nova prova. Ah, mas ainda não atingiu? Mais uma chance, é claro! Vem à tarde, no contraturno, pois o professor estará ali para dar aulas particulares. Afinal para que servem as horas atividades? Lógico, não é para nós nos prepararmos para ministrar aulas de qualidade, ler, estudar, fazer avaliações e correções inerentes ao processo pedagógico. Pouco importa o conjunto! É preciso recuperar, recuperar, recuperar… E alguns ainda têm a audácia de exigir que a hora atividade deve ser cumprida exclusivamente na escola! Como conseqüência se instaura a política educacional do faz de conta. Como podemos aproveitar bem a tal de hora atividade em escolas que têm um computador para 40 professores, uma biblioteca sempre movimentada, uma sala de professores sem nenhuma possibilidade de concentração e barulho, muito barulho. Depois de nos submeter a essa prova insana, voltamos para casa, vamos à nossa biblioteca particular, ao nosso computador, ao nosso silêncio e fazemos todo o trabalho que não foi possível realizar nas horas atividades, inclusive nos finais de semana! Somos heróis da resistência? Até quando? Não é de se admirar que Santa Catarina deixou de ter a melhor educação do Brasil, segundo resultado do IDEB de 2009.

Não estamos aqui afirmando categoricamente que todas essas políticas estejam totalmente equivocadas. O Problema é que elas não levam em consideração a realidade da escola pública catarinense. O processo de recuperação paralela proposto seria pertinente numa escola que funcionasse apenas por um turno (pela manhã) e os professores fossem contratados por 40 horas, sendo que na parte da manhã ministrassem as aulas e à tarde cumprissem a hora atividade, ficando à disposição dos alunos para desenvolver projetos, fazer reforço escolar e recuperação, com espaço físico adequado e material didático suficiente. Mas a realidade não é essa! Especialistas que baixam tais decretos desconhecem o que é o chão da sala de aula com todas as mazelas, violência, desinteresse e por vezes a solidariedade e a genialidade que brotam mesmo num terreno tão hostil. Isso sem falar na superlotação de alunos e na precariedade do espaço físico! São as contradições sociais que ganham contorno no ambiente escolar e, inevitavelmente, se confrontam. E o professor mediador precisa dar conta do seu conteúdo, educar (porque, em muitos casos, já foi o tempo em que educação vinha de casa) e recuperar o que as outras instituições sociais não deram conta…

Então fica a dúvida: o poder público acredita que nós faremos o “milagre”, ou simplesmente não confia em nós e por isso sequer ouve a nossa opinião, nem faz uma leitura crítica da realidade das escolas públicas. O que esperamos do poder público catarinense? Esperamos que tenha discernimento para compreender, respeitar e apoiar a multiplicidade de experiências pedagógicas realizadas em nossas escolas, que saiba conviver com as diferenças, que incentive e pratique o diálogo e a construção de diversas propostas pedagógicas.

Queremos que nossos direitos sejam respeitados: formação permanente em serviço, acompanhada de condições concretas como melhoria salarial, progressão na carreira e avanço na escolaridade. Queremos resguardar, assim, a dimensão humana e a dimensão histórica que nos constitui, enquanto profissionais da escola pública catarinense. Uma proposta não se implanta de fora, mas se planta junto, na prática cotidiana e em meio a seus embates, confrontos e divergências. Mediante os fatos aqui mencionados, ainda não está claro para nós, qual é afinal a proposta pedagógica da secretaria estadual de educação e da gerência regional de educação.
Colegas professores, este texto pretende ser o início de uma discussão sobre a educação em Santa Catarina a partir das experiências que vivenciamos concretamente em sala de aula. Temos consciência do nosso papel fundamental na melhoria da qualidade da educação. Não são os prédios (diga-se de passagem, bastante precários), nem tecnologia, nem uniforme… que farão a diferença. Mas o efetivo trabalho do educador em sala de aula. Infelizmente cada vez mais nossa profissão está desprestigiada, sendo menor o número de jovens que desejam ser professores. Diante disso, o que será do futuro? Por isso, não podemos mais deixar de manifestar nossa opinião. E se você concordar conosco, repasse este manifesto para seus colegas professores e outras pessoas interessadas em melhorar o nível de educação do povo catarinense.
Professores(as) da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti.
Caçador SC, 14 de julho de 2010.

santa catarina: QUEM GOVERNA, NUNCA PERDE A MAJESTADE… OPS! NUNCA PERDE O SALÁRIO!

Posted in Geral on abril 3rd, 2010 by Paulo Moraes – Be the first to comment

Você sabia disso, meu caro colega cidadão CATARINENSE? A propósito, o início minúsculo do título não é erro não, é por gosto mesmo. Esta é a forma que encontrei para expressar minha pequenez diante de tamanho descaramento legalizado em relação ao cargo eletivo de governador em Santa Catarina. Essa função, em relação ao salário, é vitalícia para o ex-governador e também seus dependentes. Para se ter uma ideia, um texto do colunista Cacau Menezes, no diário catarinense, traz uma ideia de números que nós contribuintes estamos pagando e teremos que pagar aos que assumirem o governo do Estado. Conforme Cacau, o ex-governador Eduardo Pinho Moreira, desde o momento que deixou o cargo, vai custar ao nosso bolso $11 milhões em 36 anos e Leonel Pavan, que também hoje é o governador, custará $ 11 milhões nos vindouros 40 anos. Tudo isso em nome de acordos de campanhas e troca de apoios a candidaturas de Luiz Henrique e outros que já passaram. Pergunto outra vez, você sabia disso?… Enquanto isso “na sala de justiça“, a ALESC como representação nossa, faz vista grossa ou movimentos de lesma sobre o assunto, e nós acabamos coniventes com o fato, porque não cobramos atitudes dos nossos deputados que legislam. Ainda bem que na esfera Municipal esta vitalicidade não existe, pois, vivemos situação parecida e que já ocorreu em outras ocasiões. Hoje em Caçador, quem responde pela prefeitura é o vice Lucir e a partir da semana que vem, será Darci Ribeiro dos Santos – Presidente da câmara. Pergunta…! Seria um pré-acordo eleitoral com a possível nova tríplice aliança estadual  (PP-PSDB-DEM) depois do rompimento com o PMDB, ou qualquer semelhança seria mera coincidência!!!!! Com a consciência e a palavra, nós contribuintes. Um abraço, e FELIZ PÁSCOA!

Do ponto ao ponto, todo mundo passa o dedo

Posted in Geral on março 14th, 2010 by Paulo Moraes – Be the first to comment

Você já ouviu a música utilidade do dedo do Gaúcho da fronteira? Pois é, a Municipallidade caçadorense através da secretaria de Educação resolveu inovar fazendo com que profesores e profissionais abandonem o antigo ponto manual pelo eletrônico, diga-se de passagem, um grande avanço não fosse a maneira como chegou. O tema gerou uma polêmica ainda sem solução e esclarecimento por parte do poder público. Conforme a legislação federal, à excessão dos prfissionais administrativos, os professores devem cumprir a carga horária de 200 horas anuais distribuídas entre as disciplinas da grade curricular, sejam estas horas de 60 minutos ou de 45 minutos. A conta é simples: na disciplina de Língua estrangeira que tem a carga de 60/horas (60 minutos), por exemplo, o professor trabalha 8 horas (60 min.) por mês cumpre-se legalmente esse tempo em 7,5 meses. Caso a distribuição das aulas seja de 45 minutos essa mesma disciplina encerra com 80 horas/aulas num período de dez meses legalmente, também, conforme parecer 5/97 do Conselho Nacional de Educaçao que menciona a ” obrigatoriedade da ministração das horas-auls, a lei está exigindo (artigos 12, incisos III e 13, inciso V) que o estabelecimento e o professor ministrem as horas-aulas programadas, independente da duração atribuída a cada uma”. Portanto, o que devemos fazer é cumprí-las. Por outro lado, no novo formato que a secretaria está nos “impondo” o cumprimento de nossa obrigação é extremamente incoerente. Pela nova dinâmica, nós professores vamos continuar trabalhando aulas de 45 min. e cumprir hora/ atividade de 60 min., pode isso? se as 200 horas/aulas e horas/atividade já foram distribuídas no formato 45 min?… Esta é só uma das incoerências. Na parelha dessa, o desprezo ao servidor (professor) também é nítido, pois, são profissionais com 4, 10, 18 ou mais anos de trabalho nas redes Municipal e Estadual que foi obrigado a se exonerar de uma delas para poder se adequar e isso não teve
nenhuma consideração. Outras situações como a criação de pacotões de aula nas redes de Educação Municipal e Estadual, tornaram a mobilidade dos profissionais um “caos” com (pega todas – aulas – ou nada) como se não bastasse, ainda temos aulas ímpares 1, 3, ou 5 que causa problema na hora de fechar os horários, o número de escolas para completar o mínimo exigido de 10 aulas, distância entre as instituições e tem mais, mas vamos parar por aí. É domingo, e como professor, sem receber por estas horas/atividade, mas com muito prazer pelo que faço devo começar a organizar meu material para a lida da semana porque os professores nunca farão tudo na escola, nem que queiram. Esse debate não cessar! Não vamos deixar que fique a impressão de que somos fracos e despreparados pois, só seremos uma nação soberana quando a Educação (diga-se instituições autônomas inclusive financeiramente e quem pensa a Educação) se tornarem emancipadas e o discurso seja coisa do passado. Um abraço as professoras e professores e boa semana com a utilidade do dedo.

Folha da Cidade: PCdoB lança pré-candidatos a deputado federal

Posted in Geral on fevereiro 26th, 2010 by Leandro – Be the first to comment

Fonte: Jairo Pedroso – Jornal Folha da Cidade – Caçador/SC

Os pré-candidados Márcio Góes e Paulo Moraes

O Partido Comunista do Brasil (PC do B), de Caçador, anunciou na tarde desta quinta-feira (25), o nome dos dois pré-candidatos a deputado federal na região de Caçador para as eleições deste ano. Trata-se dos professores Márcio Roberto Góes e Paulo Sérgio Moraes (presidente da sigla). Já para deputado estadual o PC do B pretende apoiar o nome de César Valduga, de Chapecó.

De acordo com os pré-candidatos, as definições acontecerão durante um encontro microrregional que acontecerá em abril ou maio, em Caçador, reunindo diversas lideranças regionais e, posteriormente, homologadas durante a convenção estadual prevista para acontecer em junho. “O nosso objetivo é pelo menos eleger um deputado estadual. Caso para federal não seja possível, a intenção é fortalecer os nomes e a sigla visando às eleições municipais de 2012”, afirma Paulo.

Fundado em 2007, o PC do B de Caçador lançará candidatos pela segunda vez na sua curta trajetória, a primeira aconteceu em 2008 quando lançou três candidatos a vereador. Os pré-candidatos definem o desafio eleitoral como na batalha bíblica entre Davi e Golias, mas acreditam que  a força popular fará a diferença. “Não temos apoio de grandes empresas e nem poder aquisitivo para gastar em campanhas, mas confiamos na seriedade das nossas propostas e na união das pessoas que desejam a mudança”, define Márcio.

Para aqueles que quiserem saber mais sobre o partido pode acessar: pcdobcacador.org.br.

Uma realidade virtual

Posted in Geral on novembro 7th, 2009 by Paulo Moraes – Be the first to comment

No dia 8 de janeiro de 2009, de férias, sentei a frente do computador e acessei o site oficial de Caçador (www.cacador.sc.gov) e comecei a visualizar uma a uma as fotos aéreas na galeria presente no site. Confesso que estão muito bem enquadradas cada uma das 330 fotos e para os olhares comuns, tudo é maravilhoso.
read more »

Conheça o PCdoB

Posted in Geral on setembro 14th, 2009 by Leandro – Be the first to comment

O Partido Comunista do Brasil, fundado em 25 de março de 1922, reorganizado em 18 de fevereiro de 1962 e legalizado, na fase atual, em 27 de maio de 1985, é o partido político da classe operária e do conjunto dos trabalhadores brasileiros, fiel representante dos interesses do povo trabalhador e da nação. read more »