Política

PCdoB rechaça calúnia de Veja e apoia ministro Orlando

Posted in Política on outubro 17th, 2011 by Leandro – Be the first to comment

Fonte: http://renatorabelo.org/noticias/pcdob_rechaca_calunia_de_veja_e_apoia_ministro_orlando

Na edição que circula desde este sábado, dia 15, a revista Veja, sem apresentar provas, acusa o PCdoB de ter montado “uma estrutura dentro do Ministério do Esporte para desviar dinheiro público”. Diz que o ministro do Esporte Orlando Silva seria o “chefe” desta operação fraudulenta. O presidente do PCdoB Renato Rabelo, no final da tarde de hoje, dia 15, deu uma entrevista a jornalistas da TV Brasil e Rede Brasil, em São Paulo, na sede nacional da legenda. No encontro, ele rechaçou os ataques desferidos contra o PCdoB e defendeu o ministro Orlando Silva. Este blog acompanhou a entrevista e, também, ouviu Renato Rabelo sobre o assunto. A seguir leia a reação de Renato ao ataque contra a legenda que ele preside e ao ministro do Esporte.

Resposta de Orlando foi segura e esclarecedora

O ministro Orlando Silva tanto através de uma nota à imprensa divulgada pelo Ministério quanto por uma entrevista coletiva concedida no México, no dia de hoje (sábado, dia 15), apresentou uma defesa nítida e firme. Seguro e convicto de que tudo não passa de calúnia e armação, ele mesmo apresentou um pedido ao ministro da Justiça para que a polícia federal investigue as denúncias apresentadas por esse caluniador, João Dias. E, mais, já no início da próxima semana, também por sua iniciativa, Orlando irá à Câmara dos Deputados para desmascarar cabalmente essa acusação leviana. O ministro nos pronunciamentos já referidos apresenta um fato, por si só, esclarecedor. Esse indivíduo João Dias firmou em 2005 e 2006 dois contratos com o Ministério do Esporte referentes ao Programa Segundo Tempo. Recebeu o dinheiro previsto no contrato e não realizou as obrigações devidas. Resultado, o ministro Orlando encaminhou um expediente ao Tribunal de Contas da União (TCU) que exige que João Dias devolva aos cofres públicos mais de 3 milhões de reais, atualizados pelos valores de hoje. Tudo indica, portanto, que esse cidadão age por vingança, por represália contra a medida moralizadora do Ministério do Esporte.

Sem prova alguma, PCdoB é acusado.

A reportagem lança uma acusação caluniosa ao PCdoB de desvio de dinheiro público para caixa dois de campanha. E qual prova apresenta? Nenhuma. Não há na reportagem absolutamente nada para sustentar tão grave acusação. A revista se apoia tão somente nas palavras de João Dias que, em suas declarações, não apresenta nenhuma prova concreta. E mais. Ele é um indivíduo sem idoneidade. Ano passado foi preso, acusado por corrupção, é um soldado investigado pela própria polícia militar. Além disso, é réu em processo do Ministério Público Federal. Um esclarecimento: a reportagem repete, por várias vezes, que João Dias “é militante do PCdoB”. Não  procede. Na verdade teve um vínculo efêmero com a nossa seção do Distrito Federal. Soldado da polícia militar se filiou para se candidatar em 2006 e, imediatamente, depois da eleição, conforme a legislação estipula, foi desligado de nosso Partido. Eu pergunto: é correto – com base apenas nas palavras de uma pessoa com uma trajetória como essa, com folha corrida na polícia – uma revista lançar um ataque contra a honorabilidade de um Partido como o PCdoB, com 90 anos de atuação no país? Claro que não, é uma ignomínia que não tem nada de jornalismo. Pelo contrário, é algo que afronta o direito do povo de ter uma comunicação de qualidade, com um jornalismo baseado na verdade.

Campanha orquestrada contra o PCdoB

Desde o início do ano o PCdoB tem sido alvo de sucessivos ataques deste tipo, visando a manchar sua reputação. Usam sempre uma mesma fórmula: assacam contra lideranças do Partido que exercem responsabilidades no governo federal para, de tabela, atingir o Partido, como instituição. Em todos os casos – como este agora da matéria de Veja –, na ausência de fatos, na inexistência de provas, recorrem a um enredo falso e a testemunhas desqualificadas, sem idoneidade.
Fico pensando que a motivação mais de fundo disso vem do campo político conservador, reacionário, que não se conforma com o fato de um partido de esquerda, como o PCdoB, a um só tempo histórico e renovado, ser uma legenda que cresce e se fortalece na sociedade brasileira. Ao que parece é uma tentativa desesperada de querer jogar o PCdoB na vala comum. Mas, não vão conseguir.

PCdoB de Caçador realiza Conferência Municipal

Posted in Política on setembro 18th, 2011 by Leandro – Be the first to comment
Conferência Municipal do PCdoB Caçador/SC - 2011

Conferência Municipal do PCdoB Caçador/SC - 2011 - Câmara Municipal de Caçador

O Comitê Municipal do PCdoB – Partido Comunista do Brasil, realizou no dia 16/09/2011 na Câmara Municipal de Caçador a sua Conferência Municipal para discutir sobre a situação política atual do município, o projeto político eleitoral para as eleições de 2012 e eleição da nova direção municipal.

Como resultado, ficou aprovado o objetivo de construir chapa majoritária e proporcional para as eleições de 2012 e foi eleita a nova direção do partido que ficou com a seguinte composição:

Presidente: Leandro Souza de Matos
Vice Presidente: Célia Paulina Geremia da Silva
Secretário de Finanças: José Francisco da Silva
Secretário de Organização: Paulo Sergio de Moraes
Secretário de Formação: Márcio Roberto Goes
Secretário de Juventude: Daniel Portella Nunes
Membros: Suelen Correia, Luiz Eduardo Ruppel, Eliane Stoffeushaus e Valmira Moriggi.

Na ocasião, também foram eleitos os delegados que representarão o município na Conferência Estadual do partido que acontecerá nos dias 05 e 06/11 em Florianópolis.

É preciso liderar

Posted in Política on junho 16th, 2011 by Leandro – Be the first to comment

Fonte: http://www.portaldaorganização.org.br/?p=6709

* Por Walter Sorrentino

Em ano de entressafra eleitoral, com uma orientação política clara, as diretivas traçadas pelo Comitê Central vêm sendo desenvolvidas em todo o país, com ênfase não apenas na construção do projeto eleitoral 2012, mas igualmente no conjunto da intervenção e fortalecimento da vida partidária. O partido foi pólo ativo no amplo debate nacional sobre o Código Florestal e, igualmente, no Fórum das Centrais Sindicais e na Coordenação dos Movimentos Sociais; há vitórias na atuação sindical com os comunistas no interior CTB, das mulheres no recente Congresso da UBM, no movimento estudantil com o próximo congresso da UNE, e a vitória no Congresso da CONAM, que abrange o movimento comunitário.

Foram realizados encontros nacionais expressivos no tocante à comunicação, às questões de partido e sindical. O Fórum de Movimentos Sociais, o Fórum de Parlamentares que organiza a campanha contra o fim das coligações no âmbito da reforma política, os seminários e atividades da Fundação Maurício Grabois foram todos eventos muito concorridos, com milhares de participantes, e que vêm se reproduzindo nos Estados. Marca saliente é a participação massiva, de certo modo inédita, dos comitês municipais das maiores cidades do país: a orientação nacional está chegando mais aos meandros partidários. As frentes de direção do trabalho internacional, da mídia, saúde, cultura, direitos humanos, meio ambiente, contra a discriminação racial, esporte e todas as demais continuam desenvolvendo ações e elaborações intensivas.

A questão saliente de o PCdoB se apresentar como alternativa política efetiva mobiliza muitos quadros da sociedade.  O propósito de se abrir para a sociedade e para o povo vem provocando um frêmito de expectativa quanto a abrigar lideranças emergentes e dar lugar a uma identidade partidária ainda mais característica de nosso povo. Ao mesmo tempo, o partido vinca a imagem de que pode assumir e cumprir compromissos com os que ingressam tendo em vista um projeto político comum, ao lado do esforço claro de reforçar a estrutura de direções e de vida militante que assegurem a unidade do projeto com a política no posto de comando.

É mais uma relativa mudança de fase, como vem ocorrendo nos últimos anos. As linhas definidas são as responsáveis por esse percurso e elas devem estar no foco dos esforços da direção nacional, por consolidá-las e extrair delas todas as consequências.

Um partido amplo, de múltiplas intervenções, mais influente é, consequentemente, mais complexo de dirigir e unificar. Entre as múltiplas dimensões a alcançar, destaco a que ainda é pouco visível ou assimilada: é preciso liderar com mais intensidade o discurso político-organizativo da vida partidária, como parte da consolidação do papel do PCdoB. A vida mostra que esse é um diferencial dos comunistas, ao tempo em que os partidos políticos em geral estão imersos em grande pragmatismo de curto prazo e dedicam pouca ou nenhuma energia à questão militante.

Por vários anos o discurso do PCdoB nessa matéria acentuou o crescimento das fileiras partidárias: não ser apenas um partido de quadros, mas um partido leninista de quadros e de massa. Isso segue indispensável. Assim, foi um avanço compreender que a construção partidária se efetiva no plano político, ideológico e organizativo, de tal sorte que ela envolve todas essas esferas, necessariamente, em diferentes perspectivas. Para dar conta disso, se constituiu o conceito de estruturação partidária, o qual materializa as linhas políticas da construção em condições concretas.

Essa é linha política de estruturação partidária. A nervatura é a política justa no comando, a identidade partidária e a estrutura organizada; esta se assenta inteiramente na política de quadros e nos pressupostos de vida militante de base. O 7º Encontro Nacional sobre Questões de Partido, realizado em abril último, em São Paulo, produziu orientações claras e renovadas quanto a isso. Como toda linha política, envolve luta por sua assimilação e implementação prática. Esse é o esforço em curso hoje. Nas conferências do segundo semestre estará à prova, para produzir um sistema de direções estaduais mais fortalecidas, apoiadas em comitês municipais mais maduros em cerca de 2.500 municípios e retemperar a militância em toda a extensão. O alvo especialíssimo são as 300 maiores cidades do país.

A questão é que com a maior e diversificada influência do PCdoB, desenvolvendo-se às centenas os quadros partidários, líderes em seus campos de ação, há um relativo vazio quanto a liderar, no interior do partido, o discurso político-organizativo da vida partidária. Essa não é matéria organizativa, mas de todos os dirigentes partidários; não é também “questão interna”, porque o tema partido (ou crise dos partidos) se transformou em debate que alcança parcelas combativas da sociedade.

Hoje compreendemos melhor que antes a questão de integrar decisivamente política e organização, e o de incentivar a liderança do discurso político-organizativo da maior vida partidária. Isso, em suas respectivas dimensões, abrange a todos os quadros, onde quer que atuem. E se os principais líderes políticos e de massa do partido não o encabeçam ou lhe dão sustentação, tanto quanto os presidentes e secretários de comitês, não ganha credibilidade, reduz-se indevidamente a tarefas organizativas esquemáticas e impotentes.

Dos gabinetes ministeriais e parlamentares até as frações de entidades representativas; das direções partidárias às bases que precisam se consolidar em atuação mais regular; da atuação no movimento social até o da academia e instituições da ciência, há sempre novas exigências para melhorar a atuação organizada e unitária dos comunistas. Que sentido tem fortalecer direções se elas não se reúnem regularmente? Que sentido tem ampliar as fileiras se elas não produzem vida associativa dos militantes em formas diversas e regulares de organizações desde a base? Por quê esse discurso deveria ser confinado a uma dimensão meramente “organizativa” e segmentada, ao invés de ser universal, e afirmado por todos? Em várias direções estaduais, hoje, não há quem se disponha a liderar o discurso político-organizativo e, realmente, não há como fazê-lo sem que os presidentes se ponham à frente.

A questão é essa: as lideranças políticas do PCdoB, seus agentes públicos, as lideranças internas, em primeiro lugar os presidentes e secretários de organização, todos precisam se apresentar perante os 300 mil inscritos no Partido, com essa mensagem. Escrever, proclamar, agitar, educar, promover esse esforço. Esse é o legado maior e mais imediato do 7º Encontro, para este momento: reforçar esse discurso e a liderança desse discurso em todo o partido. As conferências são o momento crucial que nos põe à prova nesse rumo e, se vencermos, será outro poderoso fator de avanço do PCdoB e educação da militância. A linha justa se comprova na prática e ela estará submetida ao teste maior no segundo semestre.

* Walter Sorrentino é médico, secretário nacional de organização do Comitê Central

PCdoB reúne Comitê Central e analisa caso Palocci

Posted in Política on junho 6th, 2011 by Leandro – Be the first to comment

Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=155745&id_secao=1

 

O Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) realiza neste final de semana (4 e 5) sua 7ª reunião plenária. A instância dirigente dos comunistas brasileiros examina extensa pauta, que começa pela análise da conjuntura política.

Na abertura da reunião, o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, disse que o sistema de poder mundial evolui no sentido da rápida ascensão da China, da semiestagnação dos EUA e do fortalecimento e crescimento sistêmico do Brics, agora ampliado com a África do Sul. Isto comprova, em sua opinião, que a assertiva do 12º Congresso do partido, realizado em outubro de 2009, de que o mundo encontra-se em transição “é mais do que verdadeira”.

Para Renato, “diante dessa perda gradativa de seu domínio mundial, os EUA apelam cada vez mais para a força das armas a fim de manter sua hegemonia. Obama tira a máscara e mostra quem é e a que veio”.

O presidente do PCdoB reafirmou a compreensão dos comunistas brasileiros de que “a essência do imperialismo não se esconde e na realidade há uma intensificação dos objetivos de guerra dos EUA”.

Palocci deve explicações

A análise da situação nacional começou pela constatação de que a boa avaliação da presidente Dilma nos 100 primeiros dias de seu governo, é seguida, ao se completarem cinco meses, por uma crise, desencadeada pelas denúncias de enriquecimento ilícito e tráfico de influência do ministro chefe da Casa Civil, a partir das evidências de um meteórico aumento de seu patrimônio pessoal e de sua empresa de consultoria. Renato Rabelo considera que o episódio “ainda carece de explicação”.

Agora, o governo está numa sinuca de bico: defende ou demite Palocci, duas situações desgastantes.

Na opinião do presidente do PCdoB, a crise na Casa Civil, assim como a derrota sofrida pelo governo na votação do Código Florestal, revelam debilidades na coordenação política.

Particularmente em relação à votação do novo Código Florestal, segundo Rabelo, “a coordenação política do governo demonstrou inabilidade, arrogância e incompetência e teve uma atuação desastrada”.

Os comunistas avaliam como positivo que a presidente Dilma esteja procurando retomar a iniciativa política, com a convocação do Conselho Político do governo, integrado por 17 partidos. “Dilma apresentou agendas positivas e realizou encontros com parlamentares da base, lançou o plano Brasil sem Miséria, para retomar a agenda afirmativa e positiva. Este plano é o projeto social mais importante do governo e merece apoio do partido”, asseverou Renato Rabelo, que criticou duramente a oposição: “sem rumo, seus paradigmas perderam toda a legitimidade, dividida quanto à escolha do comando partidário (PSDB) e do futuro candidato presidencial para 2014”.

O presidente do PCdoB ressaltou ainda a profunda crise do DEM, que tem perdido muitos quadros parlamentares para o novo partido em formação, o PSD, do prefeito paulistano Gilberto Kassab.

PCdoB: contribuição positiva

Renato Rabelo considera positivo o balanço da condução política do partido. Empenha-se na luta pelo êxito do governo Dilma, para impulsioná-lo na concretização do Plano Nacional de Desenvolvimento, referência programática importante dos comunistas. “Apresentamos opiniões e propostas de política econômica, pelo equilíbrio entre desenvolvimento e estabilidade, por reformas estruturais democráticas, pela reforma política democrática com o aperfeiçoamento do sistema eleitoral e partidário”, assegurou o presidente da legenda comunista, para quem tem sido grande a contribuição do partido nas esferas governamental, parlamentar e nos movimentos sociais.

Renato Rabelo reafirmou a defesa do novo Código Florestal, elogiando o relatório apresentado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), um dos mais destacados dirigentes do partido.

Reforma política

A luta pela reforma política foi um dois pontos mais ressaltados na intervenção de abertura da reunião do Comitê Central. Advertindo para o risco de “grave retrocesso”, se prevalecer a proposta de proibir as coligações nas eleições proporcionais, o presidente do PCdoB evidenciou o caráter da reforma política pretendida pelo partido: uma reforma democrática.

Renato Rabelo aproveitou a oportunidade para informar ao pleno do Comitê Central sobre o consenso inicialmente alcançado pelos quatro partidos de esquerda da base do governo (PT, PSB, PDT e PCdoB), que se reuniram recentemente com Lula: defesa do pluralismo partidário, político e ideológico, do voto proporcional, do financiamento exclusivamente público, da fidelidade partidária, da unificação do calendário eleitoral e da regulamentação de plebiscitos e referendos.

Sobre as coligações proporcionais o PT, embora seja contrário, comprometeu-se a “flexibilizar a posição” e o PSB, depois de reunida sua direção, concordou em apoiar a proposição do PCdoB.

Partido vivo e atuante

O Comitê Central do PCdoB iniciou o debate sobre o projeto eleitoral de 2012. Na opinião de Renato Rabelo, o partido reúne grandes possibilidades de crescimento, inclusive com a eleição de prefeitos em algumas capitais e cidades médias.

“O PCdoB é um partido em crescimento, vivo e atuante”, concluiu.

A primeira sessão de trabalho da 7ª reunião do Comitê Central do PCdoB foi concluída com uma sentida homenagem a Adelino Ramos, o Dinho, militante comunista assassinado em 27 de maio por sicários a serviço de madeireiros e latifundiários.

Da Redação, com informações da Secretaria de Comunicação do Comitê Central do PCdoB

Angela Albino defende fim do foro privilegiado para parlamentares

Posted in Política on junho 2nd, 2011 by Leandro – Be the first to comment

Fonte:  Angela Albino defende fim do foro privilegiado para parlamentares – Notícias de Santa Catarina – Portal Vermelho.

A deputada estadual Angela Albino (PCdoB) subiu à tribuna da Assembléia Legislativa nesta quarta-feira (1º) para defender o fim do foro privilegiado para parlamentares acusado de cometer crimes comuns.

Angela Albino citou como exemplo o caso do ex-deputado catarinense preso pela Polícia Civil sob acusação de ter cometido crimes de estupro de vulnerável, corrupção de menores e favorecimento à prostituição.

Quando surgiram as primeiras denúncias, conforme divulgado pela imprensa, o ex-parlamentar estava exercício de mandato federal, razão pela qual a denúncia, se recebida pelo Ministério Público, teria que ser remetida ao Supremo Tribunal Federal (STF), órgão competente para processar parlamentares.

- É tempo de nós revermos o privilegio de foro. Nós todos, da classe política deste país, temos o dever de dizer que não pactuamos que se suspenda um processo judicial dessa monta apenas porque o acusado é parlamentar – defendeu a deputada, que classificou como “excrescência” e “resquício da ditadura” o privilégio de foro por prerrogativa de função.

Para Angela Albino, os parlamentares devem ser preservados apenas no que diz respeito à opinião, que é “sagrada”, definiu a parlamentar.

Assessoria de imprensa

Definido pré-candidato a deputado federal pelo PCdoB Caçador

Posted in Política on abril 30th, 2010 by Márcio Roberto Goes – Be the first to comment

 

No último sábado, 24 de abril de 2010, reuniram-se a executiva do PCdoB Caçador, filiados e simpatizantes para discutirem e analisarem a atual conjuntura política nacional e estadual, além de traçar o campo de ação para as eleições 2010. Com a presença do pré-candidato a deputado estadual Cezar Valduga, ex-vereador de Chapecó, foram feitas algumas análises e possíveis alianças para o pleito que se aproxima, além de se confirmar a pré candidatura do professor Márcio Roberto Goes para deputado federal, sendo o único representante caçadorense nestas eleições para este cargo, até então…

Pre-candidatos PCdoB- meio oeste catarinense

Confirmando o apoio a Dilma Rousseff para presidente e a Ideli Salvati para o governo do estado, os pré candidatos colocaram-se a disposição do partido e uma vez confirmadas suas candidaturas trabalharão para o fortalecimento das lutas populares no meio-oeste catarinense, buscando a eleição de representantes na assembleia legislativa de Santa Catarina e no Congresso Nacional.

Para o pré candidato a deputado federal, Márcio Goes, “é preciso darmos continuidade aos avanços conquistados pelo governo Lula. Muita coisa ainda precisa ser feita para melhorar a vida do povo brasileiro. A base da mudança está nas leis, torna-se necessário melhorá-las e, se for preciso, mudá-las, para tanto necessita-se de uma renovação no legislativo, por isso nos colocamos a disposição para defender os ideais das lutas populares nos legislativos estadual e federal…”

Caçador tem dois pré-candidatos a deputado federal

Posted in Política on fevereiro 25th, 2010 by Márcio Roberto Goes – Be the first to comment
Pré-candidatos do PCdoB de Caçador/SC

Paulo Sério Moraes e Márcio Roberto Goes, pré-candidatos a Deputado Federal, do PCdoB de Caçador/SC

A executiva de Caçador, reuniu-se na tarde do dia 25 de fevereiro e decidiu por dois pré-candidatos a deputado federal: Márcio Roberto Goes, professor e escritor, e Paulo Sergio Moraes, também professor que já disputou as últimas eleições municipais como candidato a vereador. Ambos trabalharão para o fortalecimento do partido na região Oeste, apoiando a candidatura de Cesar Valduga, de Chapecó, para deputado estadual.

Virgindade eleitoral

Posted in Política on fevereiro 22nd, 2010 by Márcio Roberto Goes – Be the first to comment

Há algum tempo, quando completava dezesseis anos, eu estava ansioso para entrar na cabine e realizar meu primeiro voto: lembro até hoje, pois a primeira vez, a gente nunca esquece… Aquele ato significava o resultado de meses ouvindo, analisando, e discutindo propostas, pois desde que me tornei eleitor tenho um posicionamento político definido, alguns conceitos mudaram com o passar do tempo, mas os princípios continuam intactos. A meu ver, o posicionamento político, firme e decidido livremente deve ser uma característica de todo cidadão. É assim no futebol, na religião, no campo profissional… read more »

PCdoB realiza encontro macrorregional e discute pré-candidaturas

Posted in Política on fevereiro 22nd, 2010 by Leandro – Be the first to comment
Encontro Macroregional do PCdoB em Joaçaba

Encontro Macroregional do PCdoB em Joaçaba

O PCdoB realizou no sábado (20), junto à Câmara de Vereadores de Joaçaba, encontro macroregional, reunindo mais de 20 municípios. O encontro debateu o quadro conjuntural estadual e nacional e definiu os pré-candidatos da região à deputados read more »

Eleições 2010: O fator Ciro Gomes Como candidato à presidência

Posted in Política on fevereiro 16th, 2010 by Paulo Moraes – Be the first to comment

Hoje, 16 de fevereiro, numa roda de conversa com nossos camaradas, entrou na pauta o nome de Ciro Gomes como candidato a presidente e o peso dele em SC. O que discutimos foi o fato de termos essa opção no estado como uma candidatura mais leve e tranquila. A possibilidade seria uma composição com o PDT (governador), PSB do Djalma (vice), PcdoB (Guizoni senador mais outro nome) e de quebra, um grupo muito bom para a proporcional com estas três siglas e outras que pudessem somar forças conosco. Assim, no primeiro turno mostraríamos nossas condições e ainda eliminaríamos qualquer favoritismo de quem quer que seja. Hipóteses, apenas hipóteses… muita água ainda vai rolar….
PcdoB – Caçador